4 formas do seu restaurante se destacar

Trabalhar com uma eficiente gestão de restaurantes faz com que a sua equipe deva estar plenamente alinhada com os pilares institucionais da organização e, também, com o perfil do seu consumidor — assim como a Pif Paf tem feito ao longo das suas cinco décadas de história.

Principalmente, porque o momento é de fidelizar os seus consumidores, sabia? Afinal de contas, quase 35% dos brasileiros já comem, com frequência, fora do lar.

Por isso, convidamos você a seguir com esta leitura e descobrir algumas dicas pontuais para que o seu restaurante — e a sua gestão — possam se destacar no seu ramo de atuação. Boa leitura!

​​​​​​​1. Capacite a sua equipe

Bom começar a sua gestão a partir do alinhamento entre os seus objetivos, o perfil do seu público-alvo e os conhecimentos dos seus colaboradores.

Para tanto, identifique as carências e qualidades, dos seus colaboradores, colocando-os em constante desenvolvimento por meio de cursos e treinamentos. Ao capacitá-los, você estabelece um patamar em constante evolução de sua equipe.

E isso se observa, com o tempo, nas melhorias contínuas no atendimento ao consumidor, no preparo de alimentos e na organização cotidiana do espaço de trabalho — questões valiosas para agregar valor ao seu restaurante e melhorar a percepção de marca do mercado.

​​​​​​​2. Mapeie todo o fluxo de trabalho

Que tal mapear toda a rotina do seu restaurante? Por meio dessa atividade, você entende, detalhadamente, todos os desafios que surgem ao longo do expediente e aprende a solucioná-los antes mesmo de acontecer.

Sem falar que você consegue organizar a rotina, antecipar as demandas e obter um relacionamento mais qualitativo com os fornecedores e clientes, consequentemente.

Isso agrega à montagem de uma logística imune a riscos e imprevistos e facilita, inclusive, na capacitação dos seus colaboradores, que vão se alinhar rapidamente à rotina do seu restaurante.

​​​​​​​3. Planeje um cardápio diferenciado

Convém lembrar que a gestão do restaurante deve considerar, primordialmente, a composição de um cardápio que interesse ao seu público-alvo e, ainda, diferencie-se da sua concorrência.

Por isso, pesquise todo o seu setor de atuação e aprenda a diagnosticar, continuamente, carências e oportunidades no seu ramo. Isso faz com que o seu restaurante permaneça como um oásis no deserto, por assim dizer, já que se destaca em um setor de alta competitividade e poucas distinções.

​​​​​​​4. Organize a saúde financeira do restaurante

Saindo da cozinha, na direção do seu escritório, lembre-se que a sua gestão vai passar, impreterivelmente, por horas e mais horas analisando relatórios, despesas, receitas e gráficos para que a sua empresa não entre no “vermelho” e possa gerar lucros contínuos.

Para tanto, procure aperfeiçoar-se em gestão financeira para que nenhum investimento seja feito com base em palpites, mas em certezas, e para que você não gaste mais do que arrecada mensalmente. Algumas dicas:

  • tenha um fluxo de caixa;
  • monte um planejamento financeiro;
  • nunca use a sua conta pessoal para administrar o seu negócio;
  • tenha objetivos em curto, médio e longo prazos.

Assim, sua gestão passa a se proteger contra riscos e imprevistos, e a tomada de decisão ganha mais precisão e assertividade.

Quer, agora, dar um passo certeiro na qualificação da gestão do seu restaurante? Então, compartilhe este post nas suas redes sociais e aproveite para marcar os seus funcionários! Assim, todos vão ficar na mesma página antes mesmo da implementação do seu projeto!

alimentos que fazem mal

4 alimentos que fazem mal à saúde

A boa alimentação não consiste em fazer dietas rigorosas e abstenção de vários tipos de alimentos. No entanto há certos alimentos que fazem mal à saúde, sendo extremamente prejudiciais ao organismo.

Por isso, mostraremos neste artigo 4 alimentos que fazem mal à saúde e estão na lista dos mais amados por boa parte das pessoas. Acompanhe a leitura!

1. Sorvete

Sorvete é um dos alimentos mais deliciosos do planeta. Poucas pessoas dizem não gostar dessa delícia gelada. Infelizmente, ele também é um dos alimentos que fazem mal à saúde. O sorvete é carregado de açúcar.

Sorvete também é rico em calorias, e é muito fácil comer quantidades excessivas. A gordura e o açúcar juntos forma uma mistura de agressiva que só vai adicionar peso e complicações à saúde.

Comê-lo como sobremesa é ainda pior, pois, você estará adicionando mais calorias em cima de tudo o que já foi consumido no almoço ou jantar.

Porém, para que ama sorvete é possível fazer o seu próprio usando ingredientes mais saudáveis ​​e significativamente menos (ou nenhum) açúcar.

2. Carne processada

A carne processada não é nem de longe similar a carne fresca. O consumo de carnes está entre os hábitos saudáveis, porém, a carne processada se torna um vilão na dieta. Ingerir este alimento aumenta o risco de doenças graves como diabetes tipo 2, câncer de cólon e doenças cardíacas.

Dá pra perceber o quanto esse alimento é nocivo. O consumo de carne é saudável, porém torna-se um veneno a partir do seu processamento.

3. Iogurte com baixo teor de gordura

Infelizmente, a maioria dos iogurtes encontrados nas prateleiras de supermercados e mercearias faz muito mal à saúde. Eles são frequentemente baixos em gordura, mas carregados com açúcar para compensar a falta de gosto que as gorduras adicionam.

Simplificando, o iogurte removeu as gorduras lácteas saudáveis ​​e naturais, apenas para ser substituído por algo pior, o açúcar.

Além disso, muitos iogurtes não contêm as bactérias probióticas, como geralmente se acredita. Eles costumam ser pasteurizados após a fermentação, o que mata todas as bactérias.

Para fazer uma boa substituição escolha o iogurte normal, com gordura mesmo, que contenha culturas vivas ou ativas (que são os probióticos). Se conseguir achar, escolha iogurtes naturais de vacas alimentadas com pasto.

4. Batata frita

Quem não ama batatas? É um alimento saudável e que deve ser consumido. No entanto, tudo muda de figura quando as deliciosas e nutritivas batatas, se transformam nas deliciosas e prejudiciais batatas fritas.

Estes alimentos são muito ricos em calorias e também são fáceis de se consumir em quantidades excessivas. Nem é preciso comentar que o seu consumo excessivo está intimamente relacionado ao aumento de peso.

Esses alimentos também podem conter grandes quantidades de acrilamidas, substâncias cancerígenas que se formam quando as batatas passam pelo processo de fritura. O óleo em altas temperaturas em nada contribui para o enriquecimento de nenhum alimento. Para um melhor consumo das batatas, escolha comer as cozidas e não fritas.

Agora que você já conhece um pouco sobre alguns alimentos que fazem mal à saúde, já pode moderar seu consumo e optar por escolhas mais saudáveis.

E se você conhece alguém que gostaria de saber mais sobre esse assunto, compartilhe esse artigo em suas redes sociais!


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Crianças com fome: como ajudar?

Crianças com fome é um tema que sempre mobiliza as pessoas. Afinal, é importante falarmos sobre essa situação, já que a pobreza extrema, infelizmente, acomete vários países.

Muitos acreditam que o problema é distante da nossa realidade, mas a verdade é que nesse momento existem muitas crianças e jovens passando fome nas cidades brasileiras. Mas você sabia que sua ajuda pode modificar essa realidade? Leia este conteúdo e descubra como!

Crianças com fome: números sobre a situação no mundo e no Brasil

O relatório “A Súplica pela Fome” divulgado pela Oxfam, uma confederação presente em mais de 100 países, mostrou que, em 2017, cerca de 815 milhões de pessoas passavam fome em todo o mundo.

A situação mais crítica estava presente nos países envolvidos em confrontos armados, como o Iêmen, a África Oriental e a Nigéria.

A Unicef, também em 2017, divulgou um alerta sobre a fome na África, especialmente na Somália, Nigéria, Sudão do Sul e Iêmen. De acordo com os dados apresentados, quase 1,4 milhão de crianças estavam em situação de morte iminente devido à desnutrição aguda.

No Brasil, infelizmente, a situação não é diferente. Um levantamento feito pela Fundação Abrinq mostrou que, em 2015, um pouco mais de 40% da nossa população entre 0 a 14 anos vivia em situação de pobreza.

Os piores cenários foram registrados no Norte e Nordeste, ainda de acordo com a mesma pesquisa, com números de 54% e 60% de jovens nesta situação, respectivamente.

Mas até regiões consideradas mais desenvolvidas sofrem com o problema. O sudeste contava com um percentual de 27,8%, o Sul de 23,1% e o Centro Oeste de 28,4%.

Para o estudo foram consideradas as famílias que viviam com uma renda igual ou menor que meio salário mínimo por pessoa, em torno de R$ 394 (considerando o valor do salário mínimo para a época).

Se formos usar números absolutos, temos quase 8 milhões de crianças e jovens passando fome no Nordeste, 4,5 milhões no sudeste e pouco mais de 2,5 milhões no Norte.

Como ajudar as crianças com fome?

Mudar esse cenário não é fácil, já que muito precisa ser feito pelo poder público dos países que sofrem com a situação. Reduzir as desigualdades, por exemplo, é o primeiro passo – principalmente no nosso país.

Mas, isso não significa que nós, como cidadãos, não podemos ajudar. As organizações sociais são o caminho mais rápido para que essa situação seja, ao menos, amenizada.

Hoje existem muitas instituições sérias que trabalham com diversos programas e frentes para modificar a situação da crianças com fome. O apadrinhamento é uma dessas possibilidades.

Por meio dele, cada doador se compromete a repassar uma quantia mínima por mês para fomentar melhores condições de vida a criança que escolher apadrinhar. Além da doação, quem desejar, poderá se corresponder com o afilhado, entendendo como a sua contribuição realmente tem modificado essa vida.

No Brasil, também existem organizações sérias que trabalham com esse sistema de apadrinhamento, principalmente com crianças das regiões mais pobres do nosso país.

Mas é sempre importante pesquisar muito bem antes de fazer a sua doação. Buscando compreender como esses recursos são investidos, quais projetos são realizados, como é a transparência da ONG e assim por diante. Garantindo que a sua doação realmente será revertida em ações para ajudar a reduzir a fome.

Como você viu, crianças com fome ainda é, infelizmente, uma realidade comum em vários países, inclusive no Brasil. E para mudar essa situação cada um de nós pode ajudar. Se você gostou deste conteúdo, compartilhe o nosso post em suas redes sociais e ajude a mobilizar os seus amigos para essa causa tão importante.

 

4 receitas da culinária italiana para você testar

A culinária italiana é uma das mais prestigiadas de todo o mundo. E isso não é por acaso. A mistura inconfundível de sabores como o molho de tomate, o vinho tinto, o azeite, os pães e muito mais marcam o sabor desse país que já foi palco de vários acontecimentos históricos e que mistura um pouco de todas as influências vividas pelo antigo Império Romano.

O melhor é que você não precisa ir para a terra da pizza para testar esses sabores, já que existem muitas receitas simples e deliciosas que podem transformar a sua casa em um verdadeiro recanto da culinária italiana. Confira!

  1. Pizza Nápoli

Nápolis é uma das regiões mais famosas da Itália e também berço de preparos famosos da culinária italiana, como a Pizza Nápoli – criada em 1889 pelo chefe Taffaello Esposito enquanto visitava a rainha Margheritta de Savoia.

Apesar de a pizza ser mundialmente conhecida como um prato típico italiano, existem registros de que egípcios, gregos, babilônios e hebreus já se fartavam com essa delícia. O certo é que os italianos tornaram a pizza muito mais famosa – e gostosa!

A tradicional Pizza Nápoli, na verdade é a nossa pizza marguerita e você pode fazê-la da seguinte forma:

Massa

  • 1 kg de farinha de trigo;
  • 100 ml de azeite;
  • 20 g de sal;
  • 15 g de açúcar;
  • 30 g de fermento biológico;
  • 400 ml de água gelada.

Bata todos os ingredientes em uma masseira até que a massa fique elástica, formando uma espécie de véu bem fino. Deixe descansar por 20 minutos coberta com um pano umedecido. Corte em pedaços de quase 80 gramas e espere até que eles dobrem de tamanho. Leve à geladeira até a hora em que for utilizá-la.

Cobertura

  • 150g de mussarela de búfala
  • 10 g de folhas de manjericão.

Depois é só abrir a massa, espalhar o molho de tomate (que pode ser feito de forma caseira), cortar a mussarela de búfala em rodelas e assar em forno convencional ou no de lenha. Ao final, coloque o manjericão.

  1. Bruschetta

Um petisco tradicional na vida dos italianos e que é uma das receitas da culinária italiana mais fáceis de serem feitas. A bruschetta é bem antiga e suas origens remontam o século XV.

Ingredientes:

  • 4 fatias de pão italiano;
  • 4 dentes de alho;
  • 4 tomates grandes;
  • azeite.

Em cada fatia de pão, esfregue um dente de alho de ambos os lados. Leve os pães em forno baixo por mais ou menos 5 minutos. Enquanto os pães estão no forno, junte em um recipiente o azeite, os tomates picados, algumas folhas de manjericão e um pouquinho de sal.

Retire os pães do forno, vire para o outro lado e coloque um pouco de tomate por cima. Leve ao forno novamente por mais 5 minutos. Retire e salpique com a mistura de azeite, manjericão e sal e é só se deliciar!

  1. Risoto alla  milanese

O risoto também é uma das receitas típicas da culinária italiana, com destaque para o risoto alla milanese (ou risoto a milanesa), criado por Valério di Fiandra. Para fazê-lo, você precisará de:

  • 1 colher (chá) de pistilo de açafrão;
  • 40 g de manteiga;
  • 1 cebola pequena ralada;
  • 400 g de arroz próprio para risoto;
  • 1 litro de caldo de carne;
  • ¾ de xícara de chá de queijo parmesão ralado;
  • ½ xícara de chá de vinho branco seco;
  • sal a gosto.

Comece deixando o pistilo de açafrão de molho em uma tigela com água fervente. Na sequência, refogue a cebola com a metade da manteiga, usando uma frigideira. Adicione o arroz e refogue por mais alguns minutos. Coloque o vinho e espere até o álcool evaporar.

Aos poucos, vá acrescentando o caldo de carne, mexendo de vez em quando para que o arroz consiga absorver esse ingrediente. Adicione o açafrão e continue cozinhando. O ponto ideal é quando o arroz ficar al dente. Na sequência, junte o restante da manteiga e o parmesão. Sirva em seguida.

  1. Polenta

Muita gente nem imagina, mas a polenta também é um prato típico da Itália. Hoje ela é feita com farinha de milho, mas no começo usava-se basicamente a farinha de aveia ou de outros cereais que estivessem disponíveis. O milho só foi introduzido depois que os espanhóis conquistaram a América.

Para fazer o prato tradicional, você precisará de:

  • 1 e ½ xícara de fubá;
  • 3 xícaras (chá) de água;
  • 600 g de linguiça calabresa defumada;
  • 1 tablete de caldo de carne;
  • 2 tomates;
  • 1 lata de molho de tomate;
  • alho, cebola, azeite e salsinha.

Misture o caldo de carne, o fubá e a água fria em uma panela. Deixe repousar por mais ou menos 30 minutos. Leve para cozinhar no fogo baixo e vá mexendo continuamente até que desgrude do fundo da panela.

Coloque a polenta em um vasilhame untado com azeite. Para o molho, retire toda a película da calabresa e corte em rodelas. Doure o alho e a cebola no azeite, coloque a calabresa e refogue. Junte os tomates picados e o molho, deixe apurar e despeje sobre a polenta.

E, então, gostou de saber mais sobre a culinária italiana? Pensa em fazer algumas dessas receitas? Aproveite e compartilhe este post com os seus amigos e chame-os para uma tradicional noite italiana – e não se esqueça do vinho!

Os melhores pratos da Comida Mineira

A comida mineira é especialmente saborosa, famosa no Brasil e exterior, ela reúne diversos pratos, que encantam desde paladares simples até os mais refinados.

Eles são, na maioria, fáceis de fazer e não precisam de ingredientes ou habilidades especiais.

Veremos algumas das melhores receitas típicas das Minas Gerais. Confira!

Comida Mineira

Leitão à pururuca

Trazida pelos exploradores de ouro portugueses, ficou famoso pelo sabor e crocância característica, além de ser uma atração decorativa à parte.

Depois de limpo, o leitão deve ser regado com o molho e marinar por 12 horas. Então, cubra com papel-alumínio e coloque na grade do próprio forno, deixando uma assadeira por baixo.

Deixe assar por 4 horas, virando na metade do tempo, a 240 °C. Retire a cobertura e retorne ao forno por 1 hora ou até dourar.

Para fazer a pururuca, aqueça bem o óleo em uma panela e jogue por cima do leitão. Pode ser servido apenas com farofa ou também com arroz e feijão tropeiro.

Arroz com pequi

Comum no norte de Minas, o pequi combina bem com arroz. Ele fica com um cheiro perfumado, além do sabor marcante deixado pela fruta.

Descasque e corte os pequis em tiras, depois, refogue com cebola e alho. Adicione o arroz, frite um pouco, coloque água e deixe cozinhar até que ela seque.

Antes que esteja completamente seco, coloque algumas folhas cheiro-verde e pimenta bode.

Fígado com jiló

Famoso em vários bares, principalmente, no Mercado Central de Belo Horizonte. Essa iguaria começou a ser consumida por operários, mas logo caiu no gosto de todos.

Corte os jilós em rodelas e esfregue um pouco de sal para tirar o amargo, deixe por 3 a 5 minutos. Fatie o fígado em tiras e tempere com alho, sal e pimenta-do-reino.

Refogue o jiló com cebola e junte com a carne previamente selada em uma frigideira ou chapa bem quente. Adicione pimentão, cheiro-verde e pimenta dedo-de-moça.

Deixe no fogo até os legumes ficarem macios e sirva ainda quente.  

Mexido

Apreciado tanto em casa quanto nas mesas dos restaurantes e botecos. Presente em outros estados, essa versão já faz parte da cultura culinária de Minas.

Frite uma porção de bacon na própria gordura, retire e use a mesma panela para fritar a linguiça e o torresmo. Então, junte alho, cebola e deixe refogar.

Coloque arroz e feijão escorrido, já cozidos, couve picada, cebolinha e mexa tudo com cuidado. Frite 1 ou 2 ovos e sirva por cima.

Frango com quiabo

Uma das tradições mineiras, teve influência africana, portuguesa e indígena, sendo consumido desde o século XIX.

Lave os quiabos e corte em rodelas, refogue-os em óleo quente até não ter mais baba, isso dura cerca de 10 a 15 minutos, separe. Tempere o frango e reserve por 30 minutos.

Doure a carne no óleo, junte cebola, alho, tomate e deixe refogar. Depois, coloque água e cozinhe por 20 minutos, com a panela tampada. Adicione o quiabo, cheiro-verde e deixe secar um pouco.

Bambá de couve

Outra iguaria simples, saborosa e bem tradicional. Feita com paio, couve e fubá, é fácil de fazer e boa para os dias frios.

Lave a couve e rasgue com as mãos, depois, frite o paio na própria gordura até dourar. Em uma panela, dissolva o fubá na água, mexendo sempre até que engrosse.

Em outra panela doure alho, cebola e junte ao caldo. Adicione a couve, um ovo batido, misture tudo com uma colher de pau e cozinhe por mais 10 minutos.

Tempere com sal e, se desejar, sirva com linguiça frita por cima.

A comida mineira é um delicioso patrimônio, que podemos reproduzir com facilidade em casa. Basta vontade, fome e uma pitada do jeitinho de Minas.

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